Há sete anos, os cientistas dos laboratórios XY, trabalhavam num projeto especial designado direto pela presidente Wulfgar. O projeto envolvia pesquisas de toxinas combinadas e modificadas para um objetivo claro: matar.
O projeto era secreto, pois algumas pessoas poderiam ser contra. Mas ela não achou que estivesse fazendo algo errado, pelo contrário, ela estaria limpando o mundo da selvageria que nele crescia. Cortando o mal pela raiz.
A Cidade Nova, repleta de fábricas e laboratórios de pesquisa, era famosa por ser um dos principais centros comerciais do mundo, sendo inclusive uma das mais avançadas no quesito tecnologia. Quando Wulfgar assumiu a prefeitura da cidade, decidiu fazer uma limpa na criminalidade. Montou uma força tarefa arrasadora. Em 14 meses não se via mais um criminoso sequer nas ruas de Cidade Nova.
Havia uma ilha que ficava há alguns quilômetros da idade. A ilha era chamada de Asilo Hakan. Toda reforçada com muralhas e seguranças especiais, a ilha era onde os criminosos eram jogados, para ali viver o resto de suas vidas.
Ao contrário do que muitos pensavam, por trás das muralhas da ilha, existia uma cidade. Possuía um porte muito menor do que Cidade Nova e era muito mais vigiada do que a mesma. Lá os criminosos tinham a chance de tentar viver como pessoas comuns. Foi criado dentro do Asilo Sartre um sistema de comércios, trabalhos e impostos, que eram direcionados à Cidade Nova. Se algo saía dos trilhos, havia seguranças a postos pra resolver os problemas.
Tudo parecia estar bem, até que o Asilo Hakan começou a sofre se superlotação. Muitas pessoas cometiam crimes pequenos e já eram condenados ao confinamento da ilha.
Para resolver isso, Sibele Wulfgar decidiu criar uma substância que acabasse com as pessoas da ilha, liberando assim, mais espaço para futuros criminosos.
E foi isso que ela fez. O trabalho nos laboratórios durou cerca de cinco meses até a fase final. Enfim estava pronto e a ordem estava dada.
Durante a noite, soldados equipados lançaram as bombas com a toxina na cidade. As pessoas nem sentiram. Morreram dormindo. A chacina havia sido um sucesso.
Então Sibele cometeu seu pior erro: ordenou que os corpos fossem retirados da cidade e jogados ao mar.
Sete anos depois, os corpos já haviam se decomposto, mas sua toxina ainda pairava nas águas pelas redondezas da ilha e os problemas começaram a vir à tona.
Um dia um pescador assassinou a própria esposa. O crime brutal virou notícia na cidade toda. O homem que sempre fora conhecido por sua simplicidade e bondade havia surtado. Perdeu a noção de sanidade. Tinha alucinações. Não era mais reconhecido pelas pessoas. Ficou dois dias trancado no Asilo Hakan até morrer sozinho.
Depois desse caso, mais quatro foram identificados. Os cientistas pegaram um dos afetados e começaram à estudá-lo.
Feito isso foi descoberta que a toxina letal que haviam utilizado anos antes, em contato com organismos marinhos, havia gerado uma mutação genética num tipo de vírus. E que estando ela incorporada no RNA viral interferia na parte do cérebro responsável pelas interações sociais e memórias afetivas. Ou seja, as pessoas matavam pessoas do seu ciclo social porque o vírus distorcia as memorias deles.
Preocupados, os cientistas logo começaram a trabalhar numa cura. Mas o tempo corria contra eles.
Mais pessoas começaram a surtar pela cidade. As que não surtavam, estavam sendo mortas pelos infectados...
E essa é a ideia que eu tive pro PLOT *--------* ashuahsuahushashas
Nenhum comentário:
Postar um comentário